| |
|
|
|
|
|
 |
VOCÊ ESTÁ EM: TRATAMENTOS
- SÍNDROME DO PÂNICO |
|
|
 É
um ataque repentino de pânico, ou seja,
de repente sente-se algumas alterações
no corpo, que causam desconforto e medo de morrer
de um ataque cardíaco, derrame ou coisa
parecida. Neste momento, a pessoa se desconecta
do mundo e passa a perceber somente as reações
do seu corpo. Uma vez em pânico ela vai
sentir sensações sufocantes como
dor no peito, falta de ar, formigamento nas mãos
e passa a acreditar que esta tendo um treco, são
sensações horríveis e reais.
É muito comum a pessoa sair abruptamente
do local e procurar ajuda num pronto socorro.
A partir da primeira crise de pânico é
comum o medo e a ansiedade antecipatória
de ter outra parecida. A pessoa passa a ter medo
de sentir medo e começa a restringir alguns
locais ou situações que possam colocá-lo
novamente em pânico, é o que chamamos
de fobia. Além desta ansiedade e de várias
fobias, o portador também se preocupa em
evitar lugares cheios demais, ou muito fechados
que não dá para fugir se precisar
de ajuda imediata, agorafobia.
Muitas vezes o portador de pânico pode ser
visto como uma pessoa medrosa, fraca e às
vezes as pessoas não têm muita paciência,
principalmente se já foram feitos vários
exames e nada foi detectado.
|
|
 |
SINTOMAS: |
|
| Os
principais sintomas são: taquicardia, sudorese,
falta de ar, tremor, fraqueza nas pernas, ondas
de calor e frio, tontura, sensação
que o ambiente é estranho (perigoso), sensação
que vai desmaiar, ter um enfarto, derrame, pressão
na cabeça, perigo de morte.
Medo de sair de casa, medo de fazer as coisas
mais simples como viajar, dirigir, ir a lugares
com muita gente, cinema, feiras e etc.
|
|
 |
CAUSAS: |
|
| Abuso
de medicamentos, doenças físicas,
drogas ou álcool.
Reação a um stress ou situação
difícil.
Predisposição genética |
|
 |
TRATAMENTO: |
|
| Iniciar
um tratamento psiquiátrico, com antidepressivos
e ou ansiolíticos, para acabar com os efeitos
físicos, provocados pelo desequilíbrio
bioquímico. E muita psicoterapia para trabalhar
a ansiedade, as fobias e mudar a atitude perante
a doença. O entrosamento e a vontade de
se curar do paciente é fundamental para
o tratamento do pânico. |
|
|
|
|
|
|
|