
São
obsessões ou compulsões recorrentes
suficientemente severas para consumirem tempo
(isto é, consomem mais de uma hora por
dia) ou causar sofrimento acentuado ou prejuízo
significativo. Em algum ponto durante o curso
do transtorno, o indivíduo reconheceu que
as obsessões ou compulsões são
excessivas ou irracionais. A perturbação
não se deve aos efeitos fisiológicos
diretos de uma substância (por ex., droga
de abuso, medicamento) ou de uma condição
médica geral.
As obsessões são idéias,
pensamentos, impulsos ou imagens persistentes,
que são vivenciados como intrusivos e inadequados
e causam acentuada ansiedade ou sofrimento. A
qualidade intrusiva e inadequada das obsessões
é chamada de "ego-distônica".
O termo refere-se ao sentimento do indivíduo
de que o conteúdo da obsessão é
estranho, não está dentro de seu
próprio controle nem é a espécie
de pensamento que ele esperaria ter. Entretanto,
ele é capaz de reconhecer que as obsessões
são produto de sua própria mente
e não impostas a partir do exterior (como
na inserção de pensamento).